Disponível — 15 dias grátis

Typcore DataBank

As notas dos seus clientes baixadas direto na SEFAZ, os extratos bancários importados de OFX, CSV e PDF, tudo categorizado e exportado para o seu sistema contábil. Em um programa só.

✓ Sem cartão de crédito  ·  ✓ Contador sozinho ou escritório inteiro  ·  ✓ Suporte no WhatsApp

Typcore DataBank — Clientes do escritório
Clientes
37
4 com pendência
Notas do mês
1.284
baixadas da SEFAZ
A manifestar
12
ciência pendente
Certificados
3
vencem em 30 dias
🏢 Padaria Aurora MEExtrato out/26importado
🏢 Transportes Vale Ltda42 notas novasa manifestar
🏢 Clínica Bem ViverLançamentosexportado
Funcionalidades

O mês inteiro do escritório, em um lugar só

Da busca da nota na SEFAZ ao arquivo que entra no sistema contábil.

📥

Notas direto da SEFAZ

Busca pelo Distribuição de DF-e tudo que foi emitido contra o CNPJ do cliente.

✍️

Manifestação do destinatário

Ciência, confirmação, desconhecimento e operação não realizada, assinados e registrados.

🏦

Extrato em OFX, CSV e PDF

Lê os três formatos e mostra o que vai entrar antes de gravar qualquer coisa.

🔁

Sem lançamento repetido

Arquivo já importado é bloqueado, e extratos com períodos sobrepostos não duplicam nada.

🧠

Categorização que aprende

A regra que você ensina uma vez volta a ser aplicada nas importações seguintes.

📤

Exportação contábil

Contmatic, Alterdata, planilha genérica — ou o seu próprio layout, montado por você.

👥

Painel por cliente

Todos os clientes numa lista, com quem está com pendência aparecendo primeiro.

🖧

Banco compartilhado

Comece sozinho no banco local e passe para o MariaDB quando o escritório crescer.

🔐

Certificados cifrados

Os certificados A1 dos clientes e as senhas ficam cifrados, nunca soltos em disco.

🧾

Usuários e auditoria

Cada pessoa com seu login e senha, e o registro de quem fez o quê.

📊

Relatórios em Excel

Fechamento do mês, notas, extratos, lançamentos e validade dos certificados.

📦

Importa o que você já tem

Traz os dados do BankSync e do DataSync antigos, sem redigitar nada.

No dia a dia

Como o DataBank muda o fechamento do mês

O trabalho de captura é o que consome o mês do escritório sem aparecer em lugar nenhum: entrar no portal da SEFAZ cliente por cliente, baixar XML, pedir extrato ao cliente, receber PDF de banco, digitar, conferir, e só então começar a contabilidade de verdade. É trabalho que não se cobra e que ninguém elogia quando dá certo — só aparece quando alguma nota se perde.

A nota vem buscar você

O DataBank consulta o Distribuição de DF-e da SEFAZ com o certificado A1 de cada cliente e traz tudo que foi emitido contra aquele CNPJ. Não só as notas: os eventos também — cancelamento e carta de correção —, porque uma nota cancelada que não chega ao escritório vira erro de apuração.

Dois cuidados que parecem detalhe e não são. O primeiro: a SEFAZ exige intervalo de uma hora entre consultas do mesmo CNPJ, e quem não respeita leva bloqueio; o controle é feito por CNPJ, antes de qualquer consulta. O segundo: a SEFAZ entrega os documentos junto com um número de sequência, o NSU, e quem avança o NSU sem gravar tudo o que veio perde a nota para sempre — ela não volta. Aqui, todo documento do retorno é gravado junto com o NSU novo, na mesma transação, inclusive os que falharam na leitura, que ficam guardados com o erro e o XML original para você olhar depois.

Com as notas na mão, a manifestação do destinatário sai do próprio programa: ciência da operação, confirmação, desconhecimento e operação não realizada. O evento é assinado com o certificado do cliente e a resposta da SEFAZ é lida e registrada — inclusive quando o evento já existia.

O extrato, do jeito que o banco mandou

Extrato chega como dá: OFX de um banco, CSV de outro, e PDF quando o cliente só consegue imprimir a tela. O DataBank lê os três e, antes de gravar, mostra o plano de importação: o que é novo, o que já existe e as linhas que não foram entendidas — cada uma com o motivo. Nenhuma leitura descarta dado em silêncio; o que não entrou aparece.

Duplicidade é onde esse tipo de programa costuma falhar feio, e aqui a regra é fina. Arquivo idêntico já importado é bloqueado inteiro. Dentro do mesmo arquivo, lançamentos iguais não são duplicata: duas tarifas de R$ 1,50 no mesmo dia são duas tarifas, e cada uma recebe sua ordem de ocorrência. Entre arquivos com períodos sobrepostos, a chave junta identificador do banco, data, valor, tipo e ocorrência — então o mesmo lançamento vindo em dois extratos entra uma vez só, e lançamentos legítimos parecidos não somem.

A categorização aprende com você. A descrição é limpa de datas, horas, números de documento e pontuação, e a regra casa quando todas as suas palavras aparecem como palavras inteiras — regra mais específica ganha da mais geral. Palavras que sozinhas não dizem nada, como "pix" e "ted", não viram regra sem outra palavra junto. É o que evita a regra que casa com tudo e classifica errado o mês inteiro.

O arquivo que entra no seu sistema

No fim, o que o escritório precisa é de um arquivo que o sistema contábil aceite. Saem de fábrica os layouts do Contmatic Phoenix, do Alterdata Contábil e uma planilha genérica — essa serve para a importação configurável do Prosoft, do SCI, do Questor e de qualquer sistema que deixe vincular colunas uma vez e salvar o modelo. Se o seu for outro, você monta o layout: escolhe as colunas, a ordem, o separador, as aspas, o nome do arquivo.

Começa sozinho, cresce depois

Contador que trabalha sozinho instala e usa, com o banco no próprio computador — não precisa de servidor nem de rede. Quando o escritório passa a ter mais gente, o mesmo programa leva os dados para um banco MariaDB compartilhado, numa transação só: ou vai tudo e as contagens batem, ou nada é gravado. Daí cada estação aponta para o servidor e todo mundo enxerga os mesmos clientes, com login e senha por pessoa e registro de quem fez o quê.

Os certificados A1 dos clientes ficam cifrados pela chave do escritório, que por sua vez é guardada protegida pelo Windows em cada estação. Num computador que concentra o certificado de dezenas de empresas, isso não é um detalhe técnico — é o que separa um incidente de um desastre.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem está avaliando

Como o DataBank busca as notas dos meus clientes?

Pelo serviço de Distribuição de DF-e da SEFAZ, com o certificado A1 de cada cliente. Ele traz tudo o que foi emitido contra o CNPJ, inclusive os eventos de cancelamento e carta de correção, e respeita o intervalo de uma hora entre consultas que a SEFAZ exige.

Dá para fazer a manifestação do destinatário?

Dá. Os quatro eventos estão disponíveis: ciência da operação, confirmação, desconhecimento e operação não realizada. O evento é assinado com o certificado do cliente e a resposta da SEFAZ é lida e registrada.

Quais formatos de extrato bancário ele lê?

OFX, CSV e PDF. O arquivo é lido e você vê o que vai entrar antes de qualquer coisa ser gravada: lançamentos novos, repetidos e linhas que não foram entendidas, cada uma com o motivo. Nada é descartado em silêncio.

Ele repete lançamento quando eu importo extratos com períodos sobrepostos?

Não. Arquivo idêntico já importado é bloqueado inteiro. Entre arquivos diferentes, a chave considera identificador do banco, data, valor, tipo e ordem de ocorrência — então duas tarifas iguais no mesmo dia continuam sendo duas tarifas, e o mesmo lançamento vindo em dois extratos entra uma vez só.

Para qual sistema contábil ele exporta?

Saem de fábrica os layouts do Contmatic Phoenix, do Alterdata Contábil e uma planilha genérica, que serve para a importação configurável do Prosoft, SCI, Questor e de qualquer sistema que deixe vincular colunas. Você também pode montar o seu layout, escolhendo colunas, separador e nome do arquivo.

Trabalho sozinho. Preciso de servidor?

Não. No plano Contador ele roda com banco local, no seu computador, sem instalar nada além do programa. Se o escritório crescer, o plano Escritório passa os mesmos dados para um banco MariaDB compartilhado e as outras estações passam a enxergar tudo.

Preços

Planos do TypCore DataBank

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Plano Contador: banco local, em um computador. Para quem trabalha sozinho.

Mensal
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