As notas dos seus clientes baixadas direto na SEFAZ, os extratos bancários importados de OFX, CSV e PDF, tudo categorizado e exportado para o seu sistema contábil. Em um programa só.
✓ Sem cartão de crédito · ✓ Contador sozinho ou escritório inteiro · ✓ Suporte no WhatsApp
Da busca da nota na SEFAZ ao arquivo que entra no sistema contábil.
Busca pelo Distribuição de DF-e tudo que foi emitido contra o CNPJ do cliente.
Ciência, confirmação, desconhecimento e operação não realizada, assinados e registrados.
Lê os três formatos e mostra o que vai entrar antes de gravar qualquer coisa.
Arquivo já importado é bloqueado, e extratos com períodos sobrepostos não duplicam nada.
A regra que você ensina uma vez volta a ser aplicada nas importações seguintes.
Contmatic, Alterdata, planilha genérica — ou o seu próprio layout, montado por você.
Todos os clientes numa lista, com quem está com pendência aparecendo primeiro.
Comece sozinho no banco local e passe para o MariaDB quando o escritório crescer.
Os certificados A1 dos clientes e as senhas ficam cifrados, nunca soltos em disco.
Cada pessoa com seu login e senha, e o registro de quem fez o quê.
Fechamento do mês, notas, extratos, lançamentos e validade dos certificados.
Traz os dados do BankSync e do DataSync antigos, sem redigitar nada.
O trabalho de captura é o que consome o mês do escritório sem aparecer em lugar nenhum: entrar no portal da SEFAZ cliente por cliente, baixar XML, pedir extrato ao cliente, receber PDF de banco, digitar, conferir, e só então começar a contabilidade de verdade. É trabalho que não se cobra e que ninguém elogia quando dá certo — só aparece quando alguma nota se perde.
O DataBank consulta o Distribuição de DF-e da SEFAZ com o certificado A1 de cada cliente e traz tudo que foi emitido contra aquele CNPJ. Não só as notas: os eventos também — cancelamento e carta de correção —, porque uma nota cancelada que não chega ao escritório vira erro de apuração.
Dois cuidados que parecem detalhe e não são. O primeiro: a SEFAZ exige intervalo de uma hora entre consultas do mesmo CNPJ, e quem não respeita leva bloqueio; o controle é feito por CNPJ, antes de qualquer consulta. O segundo: a SEFAZ entrega os documentos junto com um número de sequência, o NSU, e quem avança o NSU sem gravar tudo o que veio perde a nota para sempre — ela não volta. Aqui, todo documento do retorno é gravado junto com o NSU novo, na mesma transação, inclusive os que falharam na leitura, que ficam guardados com o erro e o XML original para você olhar depois.
Com as notas na mão, a manifestação do destinatário sai do próprio programa: ciência da operação, confirmação, desconhecimento e operação não realizada. O evento é assinado com o certificado do cliente e a resposta da SEFAZ é lida e registrada — inclusive quando o evento já existia.
Extrato chega como dá: OFX de um banco, CSV de outro, e PDF quando o cliente só consegue imprimir a tela. O DataBank lê os três e, antes de gravar, mostra o plano de importação: o que é novo, o que já existe e as linhas que não foram entendidas — cada uma com o motivo. Nenhuma leitura descarta dado em silêncio; o que não entrou aparece.
Duplicidade é onde esse tipo de programa costuma falhar feio, e aqui a regra é fina. Arquivo idêntico já importado é bloqueado inteiro. Dentro do mesmo arquivo, lançamentos iguais não são duplicata: duas tarifas de R$ 1,50 no mesmo dia são duas tarifas, e cada uma recebe sua ordem de ocorrência. Entre arquivos com períodos sobrepostos, a chave junta identificador do banco, data, valor, tipo e ocorrência — então o mesmo lançamento vindo em dois extratos entra uma vez só, e lançamentos legítimos parecidos não somem.
A categorização aprende com você. A descrição é limpa de datas, horas, números de documento e pontuação, e a regra casa quando todas as suas palavras aparecem como palavras inteiras — regra mais específica ganha da mais geral. Palavras que sozinhas não dizem nada, como "pix" e "ted", não viram regra sem outra palavra junto. É o que evita a regra que casa com tudo e classifica errado o mês inteiro.
No fim, o que o escritório precisa é de um arquivo que o sistema contábil aceite. Saem de fábrica os layouts do Contmatic Phoenix, do Alterdata Contábil e uma planilha genérica — essa serve para a importação configurável do Prosoft, do SCI, do Questor e de qualquer sistema que deixe vincular colunas uma vez e salvar o modelo. Se o seu for outro, você monta o layout: escolhe as colunas, a ordem, o separador, as aspas, o nome do arquivo.
Contador que trabalha sozinho instala e usa, com o banco no próprio computador — não precisa de servidor nem de rede. Quando o escritório passa a ter mais gente, o mesmo programa leva os dados para um banco MariaDB compartilhado, numa transação só: ou vai tudo e as contagens batem, ou nada é gravado. Daí cada estação aponta para o servidor e todo mundo enxerga os mesmos clientes, com login e senha por pessoa e registro de quem fez o quê.
Os certificados A1 dos clientes ficam cifrados pela chave do escritório, que por sua vez é guardada protegida pelo Windows em cada estação. Num computador que concentra o certificado de dezenas de empresas, isso não é um detalhe técnico — é o que separa um incidente de um desastre.
Pelo serviço de Distribuição de DF-e da SEFAZ, com o certificado A1 de cada cliente. Ele traz tudo o que foi emitido contra o CNPJ, inclusive os eventos de cancelamento e carta de correção, e respeita o intervalo de uma hora entre consultas que a SEFAZ exige.
Dá. Os quatro eventos estão disponíveis: ciência da operação, confirmação, desconhecimento e operação não realizada. O evento é assinado com o certificado do cliente e a resposta da SEFAZ é lida e registrada.
OFX, CSV e PDF. O arquivo é lido e você vê o que vai entrar antes de qualquer coisa ser gravada: lançamentos novos, repetidos e linhas que não foram entendidas, cada uma com o motivo. Nada é descartado em silêncio.
Não. Arquivo idêntico já importado é bloqueado inteiro. Entre arquivos diferentes, a chave considera identificador do banco, data, valor, tipo e ordem de ocorrência — então duas tarifas iguais no mesmo dia continuam sendo duas tarifas, e o mesmo lançamento vindo em dois extratos entra uma vez só.
Saem de fábrica os layouts do Contmatic Phoenix, do Alterdata Contábil e uma planilha genérica, que serve para a importação configurável do Prosoft, SCI, Questor e de qualquer sistema que deixe vincular colunas. Você também pode montar o seu layout, escolhendo colunas, separador e nome do arquivo.
Não. No plano Contador ele roda com banco local, no seu computador, sem instalar nada além do programa. Se o escritório crescer, o plano Escritório passa os mesmos dados para um banco MariaDB compartilhado e as outras estações passam a enxergar tudo.
Preços de lançamento — garanta agora enquanto durar a promoção.
Plano Contador: banco local, em um computador. Para quem trabalha sozinho.
15 dias grátis · sem cartão
15 dias grátis · sem cartão
15 dias grátis · sem cartão
🚀 Preços promocionais de lançamento. Assine agora e garanta estes valores.
15 dias grátis, sem cartão. Instale, cadastre um cliente com o certificado dele e veja as notas chegarem.